Microsoft pondera acabar com a marca Windows e criar um "Super" sistema operativo
Domingo, 17 Julho 2011 15:56
Igor Camacho
A Microsoft está a considerar "seriamente" a hipótese de acabar de vez com a marca Windows no próximo sistema operativo, que será radicalmente diferente. A própria empresa falou de um "Super" sistema operativo, que irá correr de forma igual em todos os aparelhos, sejam estes computadores, portáteis, smartphones ou consolas.
Segundo o site Thisismynext.com, que cita fontes da Microsoft, a empresa pondera "matar" o Windows em favor deste Super O.S. "A ideia é uma nova marca com algo que se encaixe melhor na visão de Redmond [sede da Microsoft] do futuro", escreve o site.
A empresa revelou, no evento anual Worldwide Partner Conference, que pretende ter "um único ecossistema" para computadores, telemóveis, tablets e até para a televisão. "É possível ter o poder total de um computador em qualquer formato", disse Andy Lees, da Microsoft, durante o evento.
"Não vamos ter um ecossistema para PCs, outro para telefones e outro para tablets – todos eles acabam por se juntar", continuou. Lees disse ainda que a Microsoft quer dar mais "coerência e consistência" aos utilizadores em todas as plataformas, "em particular na Xbox", e que o objectivo não é apenas partilhar a interface, mas sim tecnologias como o Internet Explorer.
A Microsoft está a atravessar um período de reestruturação, com uma parceria com a Nokia para os telemóveis, o possível lançamento de um tablet próprio e até de um motor de busca para redes sociais. Steve Ballmer tem sido criticado por não conseguir fazer frente às novas ameaças, como a da Google – que lançou o sistema operativo Chrome como alternativa ao Windows.
A Microsoft está em fase de renovação e enfrenta as ameaças de sistemas alternativos, como o Android e iOS para telemóveis e Chrome para PC.
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Nasceu primeira rede social para médicos portuguesa
Segunda, 20 Junho 2011 13:13
Igor Camacho
Acaba de nascer o mybubble, a primeira rede social e profissional para médicos, em Portugal. O serviço apresenta-se como um espaço de partilha de conhecimentos e experiências, exclusivamente dedicado à classe médica.
A ideia foi idealizada exclusivamente para médicos, que desta forma adquirem um espaço próprio onde podem ter acesso a informação personalizada sobre temas do seu interesse em diferentes áreas.
No mybubble os médicos podem interagir entre si, tendo acesso a determinados conteúdos e serviços exclusivos e personalizados.
Para fazer parte da comunidade mybubble é necessário ser convidado por um dos membros já existentes. Os médicos têm a hipótese de convidar 10 médicos à sua escolha, que por sua vez têm a hipótese de convidar outros 10 médicos e assim sucessivamente. Depois de fazer parte da rede social, o médico terá acesso a conteúdos e ferramentas em 3 grandes áreas: actividade profissional (bubblework), rede social (bubblebuddies) e lazer (bubblegum).
O bubblework fornece ao utilizador informação relevante e personalizada sobre a sua especialidade médica e os seus interesses profissionais. O utilizador tem acesso nesta área a documentos científicos, acesso a pesquisa em diversas bibliotecas online, surveys, notícias, eventos, documentos e agenda pessoal, entre muitas outras funcionalidades.
A área de rede social, bubblebudies, permite ao utilizador ligar-se e interagir com a restante comunidade mybubble, fornecendo aos utilizadores as ferramentas necessárias para decidirem com quem querem comunicar através de mensagens, convites, chat e mural.
Dedicada aos hobbies e informação lúdica, a bubblegum, área de lazer do MyBubble, tem diversas temáticas não ligadas à medicina. O utilizador escolhe os seus hobbies favoritos e recebe informação actualizada sobre os mesmos,
Além dos conteúdos disponibilizados no mybubble, existem ainda serviços de resposta às mais variadas questões colocadas pelos utilizadores.
O mybubble foi desenvolvido por uma empresa 100 por cento portuguesa, a JRS Pharmarketing, e por uma global, a IMS Health.
Os actuais endereços de Internet estão a acabar. E depois?
Segunda, 14 Fevereiro 2011 12:56
Igor Camacho
No início do mês, a entidade americana responsável pelos endereços de Internet, chamada IANA, anunciou que tinha atribuído os últimos endereços disponíveis, o que deu azo a várias notícias sobre o esgotamento da Internet. Mas o que significa exactamente o fim dos endereços do chamado IPv4? Eis um guia para perceber melhor o assunto (mas não prometemos que seja simples).
O que são os endereços que se estão a esgotar? Os endereços que estão a chegar ao fim são os endereços do chamado IPv4, uma tecnologia em que assentam as comunicações na Internet (mais informação em baixo). Não devem ser confundidos com endereços de sites Web, como www.madgaming.org ou www.google.pt. O que é o IPv4? IP é a sigla de Internet Protocol e o v4 significa que se trata da quarta versão deste protocolo, que foi originalmente desenvolvido pelos “pais” da Internet, Vint Cerf e Bob E. Kahn, na década de 1970.
Cada dispositivo ligado à rede tem um endereço de IP, que é um conjunto de números separados por pontos. Por exemplo: 216.239.51.99. A rede usa este endereço para encaminhar os pacotes de dados do destinatário para o receptor (o endereço de IP do destinatário e o do receptor estão incluídos em cada pacote de dados).
Um exemplo prático: um endereço de Web (por exemplo, Google.com) tem um endereço de IP correspondente, para que o computador do cibernauta possa comunicar com o computador onde o site do Google está alojado.
Quantos endereços pode ter o IPv4? O protocolo permite quase 4,3 mil milhões de endereços (4.294.967.296, para ser exacto). O IPv6, que está agora a ser introduzido, permite um número de endereços várias ordens de grandeza superior: teoricamente, 3,4×1038 endereços (é um número com 39 algarismos).
O limite do IPv4 não significa, contudo, que só possa haver 4,3 mil milhões de dispositivos ligados. Os fornecedores de acesso, por exemplo, atribuem endereços de IP temporariamente aos seus clientes. Quando um IP deixa de estar em uso por um cliente, pode ser atribuído a outro.
Também é possível estabelecer uma rede que se ligue ao fornecedor de acesso apenas através de um único endereço de IP. Se um utilizador tem em casa cinco aparelhos que usam a mesma ligação (computadores, tablets, smartphones), está a usar um router (o aparelho responsável por distribuir a ligação) e o fornecedor de acesso reconhece apenas um único endereço de IP para essa casa. Em muitas empresas, acontece algo semelhante.
Porque está o IPv4 a esgotar-se? Os endereços permitidos pelo IPv4 são atribuídos pela IANA, em blocos, a entidades que os gerem em diferentes partes do mundo. Os últimos blocos de endereços IPv4 foram atribuídos a 3 de Fevereiro.
Estas entidades distribuem depois os blocos de endereços pelos fornecedores de acesso (ou, eventualmente, por outras entidades que os possam requisitar). Estima-se que a entidade responsável pela região Ásia/Pacífico seja a primeira a esgotar os endereços que tem disponíveis.
Os endereços estão a esgotar-se devido ao aumento do número de pessoas ligadas à Internet (vários países em desenvolvimento estão numa fase de informatização) e por causa do número de aparelhos que cada pessoa usa – o uso de dispositivos móveis, como os smartphones, está a crescer significativamente.
O que acontece agora que os últimos endereços foram entregues? Nada de especial. Com os endereços IPv4 esgotados (embora já estejam atribuídos, muitos não estão ainda em uso), a Internet continuará a funcionar normalmente e os fornecedores de acesso poderão continuar a usar estratégias como as descritas acima para contornar os limites.
Porém, a IANA e as demais entidades responsáveis pela gestão deste recurso em vários pontos do globo estão a impulsionar a adopção do protocolo IPv6, para que haja um número muito maior de endereços disponíveis.
Windows 7 recebe Service Pack este mês
Sábado, 12 Fevereiro 2011 00:29
Igor Camacho
A Microsoft deu por concluído o desenvolvimento do Service Pack 1 do Windows 7 e do Windows Server, anunciando hoje a RTM (release to manufacturing), assim como as datas de lançamento do pacote de software, que acontecem ainda este mês.
O SP1 está disponível para a comunidade MSDN/TechNet e para as fabricantes a partir de 16 de Fevereiro. Aos utilizadores finais chega uns dias depois, a 22 de Fevereiro.
O Windows 7 SP1 traz pequenas actualizações, algumas delas já disponibilizadas através do Windows Update, refere a Microsoft - nomeadamente correcções de segurança.
Já o Windows Server 2008 R2 SP1 inclui duas novas funcionalidades de virtualização, a RemoteFX, com capacidade para virtualizar a unidade de processamento gráfico (GPU), e a Dynamic Memory, que permite aumentar a densidade de máquinas virtuais, usando os recursos disponíveis , sem sacrificar o seu desempenho ou escalabilidade.
Fonte: Sapo TEK
Polícia desliga 49 servidores em operação anti-pirataria
Quinta, 09 Setembro 2010 19:51
Igor Camacho
A polícia belga desligou 49 servidores e deteve 10 pessoas na sequência de uma operação internacional de combate à partilha ilegal de ficheiros online. Os números foram avançados ontem pelo Ministério Público do país, relata a AFP. De acordo com a agência, as apreensões são o culminar de uma operação que visava "grupos de pirataria de filmes e séries televisivas em holandês ou produções internacionais com legendas na mesma língua". As investigações duraram mais de dois anos e envolveram 13 países, entre os quais se encontram diversos Estados-membros da União Europeia.
Bélgica, Holanda, França, Itália, Noruega, Polónia, Suécia, Croácia, República-Checa, Alemanha, Áustria e Hungria foram alvo de buscas durante a noite de terça-feira, numa acção concertada entre as várias polícias europeias, adiantou o porta-voz.
O TeK contactou a Polícia Judiciária para apurar se Portugal estaria, de alguma forma, envolvido na operação, o que não se confirmou.
Durante as rusgas, as autoridades internacionais inspeccionaram 57 servidores de alta-capacidade controlados por quatro grandes grupos de distribuição, que eram responsáveis por cerca de 80 por cento dos filmes holandeses descarregados ilegalmente.
As dez pessoas detidas - na Bélgica, Noruega, Suécia e Polónia - são apontadas pelo polícia como sendo os alegados líderes dos grupos.
Um dos maiores servidores desligados encontrava-se na Polónia, tendo capacidade para armazenamento de 150 a 180 terabytes de dados. Os suspeitos recorriam também a servidores de hospitais e universidades.
As perdas associadas aos downloads ilegais estão estimadas em cerca de 30 milhões de euros por ano na Bélgica e em 6 mil milhões a nível mundial, disse a Procuradoria.
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